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terça-feira, 15 de maio de 2012

São o "ó!"

Elas servem para divulgar a luta contra o câncer de mama, para arrecadar recursos a serem empregados no combate à doença, para tirar foto fazendo "zoínho".

Mas para jogar tênis... tem que ser forte.

São o "ó!"

Escuras demais, tennis lover.

Hoje, o Tênis de Rua teve que superar a quadra excessivamente rápida do Parque Germânia (e vamos falar mais sobre isso em breve, já que a reforma feita em fim de dezembro passado deixou o piso ruim em relação ao anterior, com material inferior e acabamento inqualificável) os slices venenosos do Diego Uchôa, esse aí se escondendo atrás das pink Penn, e as escuras bolas rosas para vencer um set por 6/4.

 Parabéns




Com bolas amarelas, normais, e muito talento, o gaúcho Guilherme Clezar, de 19 anos, venceu o primeiro Challenger da carreira, em Goiás, derrotando o chileno Paul Capdeville por 2 sets a 0.




C´mon!!

fontes: Ace BandSports
Tênis Brasil
fotos: Tênis de Rua
cbtenis

terça-feira, 24 de abril de 2012

Enquanto for assim

A partir de 2014 o Brasil terá um torneio ATP 500.

A sede da competição será o Rio de Janeiro.

A confirmação ocorreu ontem pela ATP. A empresa IMX, de Eike Batista comprou a data que até o ano que vem ainda estará com San Jose. Depois, este torneio sai do calendário para a entrada da capital fluminense. A WTA, que também está vindo para o Rio, deve ter a data conjugada com a competição masculina.

Do Hawaii

O centro do país é e continuará sendo, por gerações, o sudeste. Estar nas margens, mesmo que geográficas, é a condição primeira para ser marginal. Por maior que seja o esforço do Rio Grande do Sul e de Porto Alegre para participar em condições de maior igualdade na política, na cultura, na economia, no desenvolvimento brasileiros - e aqui há e houve potencial e realizações para isto - a escalada ao topo parece sempre maior e mais exigente, apesar das competências ou incompetências locais.







"Estamos longe demais das capitais." Humberto Gessinger, Engenheiros do Hawaii





Ainda.







Há um ideal Farrapo que vive enquanto for assim.








fonte: Tenis Brasil
fotos: lastfm
templodaabobora
rafaeloliveira-rj

sábado, 14 de janeiro de 2012

Trato é trato






Maracujá.







Bola de tênis.











Escolha um dos dois e pratique.
Pode começar pelo saque.






É o agrotênis.








Como o prometido.
Trato é trato, TL.

Esclarecimento


Informamos ao Ibama que o ninho de João de Barro não foi atingido e que a vaca que levou a bolada na testa já está fora de perigo.



segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Só os cães suportam

"Não é para os fracos, definitivamente." Amauri Knevitz Jr., jornalista 


A frase do colega de profissão e raquete é a síntese do tênis de rua. 


A citação foi extraída do post publicado por ele no blog Área de Saque, no Correio do Povo online, sobre as quadra públicas disponíveis em Porto Alegre e interior do Rio Grande do Sul para jogar tênis. 


Vale a pena ler por 3 motivos: 
1- é sobre tênis;
2- é sobre tênis em canchas públicas; 
3- faz menção ao nosso blog, Tênis de Rua. 


Tcharããã!!! 


Amauri, que é um street player like us, está engajado na cruzada de expandir a comunidade dos tenistas que abrilhantam as praças com jogadas dignas de Roger Federer, mas que quase ninguém fica sabendo porque não tem transmissão de tv, replay ou vídeo no Youtube. 


Claro que na praça também se dão os mais bizarros lances e é sorte não ter transmissão de tv, replay ou vídeo no Youtube. 


Mas isso não é culpa apenas da qualidade dos nobres tenistas. 


É resultado de um conjunto de fatores como as condições do piso, a ventania, os odores periféricos (como cita o Amauri), a poluição sonora, a visual, as diferenças de nível entre adversários que se vêem forçados a jogar juntos para não perderem a vez na quadra, a cotação do Euro, a dívida pública grega, o programa nuclear iraniano e as malditas bolas carecas e sem pressão que alguém apresenta para o jogo, salvando a caterva muquirana que só vai com a raquete embaixo do braço, contando que o "outro" tenha bolinhas. 


Jogar bem, em situações assim, é para cascudos, como diria Renato Portaluppi.



Só os cães da raquete suportam a pressão.


Au, au, baby!!  

terça-feira, 8 de novembro de 2011

E aí, vamos lá?

Tênis é caro, diz quem não conhece.

Já vai longe o preconceito de que o tênis é esporte somente para ricos. O valor que se paga por um chuteira de futebol, compra também uma raquete usada, boa. É só procurar, se interessar e investir o que for possível e razoável para praticar o esporte.

Tênis tem que pagar a quadra.

Negativo.

Há praças e parques com quadras públicas. É conhecer e entrar na rotina.

Tênis tem que pagar professor.

Ah, não! Chega disso!

Vou provar que jogar tênis é uma questão de opção e amor pela raquete, mais do que qualquer outra coisa.

O Centro Estadual de Treinamento Esportivo, na rua Gonçalves Dias, no bairro Menino Deus, em Porto Alegre, está com uma quadra de saibro novinha, quase pronta, a espera de liberação.

O Tênis de Rua conversou com o José Carlos de Moura, o Coronel Moura, como é conhecido, coordenador do CETE. Ele explicou que a quadra ainda precisa passar por um processo de ajuste para ser usada. O que ocorreu é que a empresa contratada para construir o equipamento deixou uma pequena falha na estrutura. Os responsáveis pela obra foram chamados para terminar o projeto, no qual permanecem trabalhando. Houve uma raspagem do piso onde está úmido e com início de vegetação nascente. Uma nova retirada de material deve ser feita e depois será recolocado o saibro. Segundo Moura, até o fim de novembro a quadra deve estar disponível.

E é uma quadra pública, de grátis, como diz o outro.

E tem mais.

Dos 25 professores de Educação Física contratados pelo estado, um deles, dedicado ao tênis, trabalhará no CETE disciplinando o uso da quadra e dando instrução a quem desejar aprender ou aprimorar os fundamentos.

Também de graça, já que o Centro é voltado à prática esportiva pública.

Pessoas de baixa renda vão poder usufruir por meio dos programas de inclusão social, um dos eixos do trabalho do CETE, ao lado da preparação de atletas de alto rendimento.

A quadra terá iluminação e estará aberta no horário de funcionamento do Centro, das 6h às 22h.

Mas se você, tennis lover, quiser mais, desejar caprichar no preparo físico além de bater uma bolinha, o CETE oferece modalidades olímpicas e outras nos ginásios poliesportivo, de ginástica e lutas. Há também esporte para deficientes.

E não acabou.
Uma quadra de beach tennis está por ser construída no local e um programa pretende popularizar a modalidade no litoral gaúcho durante o próximo verão.

E aí, vamos lá?

Estamos juntos


O CETE está vinculado à Fundação de Esporte e Lazer RS.
Telefone: (51) 3233 6644


A sugestão do assunto e o envio da foto foi do amigo tenista Rodrigo Lacerda de Freitas, nosso Botijão.