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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Na quadra dos incrédulos

Jogar na quadra pública é ser meio da periferia do tênis.

Por mais que o esporte tenha se popularizado, ele ainda é tratado como modalidade de elite por algumas pessoas.

Experimente ir jogar um torneio num clube tradicional, tennis lover.

Quando perguntarem de “onde você é”, experimente dizer que você não tem clube ou joga na pracinha.

Pronto, você será colocado no chinelo!

Puro preconceito.

E preconceito, se derruba com atitude.

Foi com humildade temperada com garra e coberta de bom tênis que os nossos amigos Gabriel Hennig e Cezar Zucchi (camisa cinza) foram vice-campeões da Segunda Classe das duplas masculinas na Copa  de Verão do Leopoldina Juvenil, a catedral do tênis de Porto Alegre.

O Gabriel e o Zucchi jogam na La Hire Guerra, a nossa quadrinha de saibro, pública, de piso cascudo, onde todos se enfrentam e se ajudam, treinam juntos, corrigem uns aos outros e evoluem em conjunto.

E torcem unidos.

A galera da La Hire foi em peso ao Leopoldina fazer barulho, abraçar os companheiros e mostrar que estamos aí, na batalha pelos troféus do tênis amador.


Foi a periferia ocupando o centro.

 
 
 
Uma paralela vencedora na quadra dos incrédulos.



C’mon!


 

Fotos: whatsapp  

terça-feira, 9 de julho de 2013

Atendendo a pedidos

Deu na TV!

Disse um.
Disse outro e por aí vai.

Durante a transmissão do torneio de Wimbledon, pelo SPORTV, assim como em ocasiões anteriores.

Falamos da reportagem realizada pelo amigo e colega Thiago Morão para a RBSTV sobre o tênis praticado em quadras públicas em Porto Alegre.

A matéria, como nós jornalistas chamamos, surgiu a partir do interesse do Thiago por uma ideia que propagamos já há algum tempo: a de popularizar o tênis como modalidade acessível a todos por meio do uso de equipamentos públicos.

Quadras, tennis lover, é o que queremos dizer.

Não adiante ter raquete e bolinhas se não houver quadras.

É delas que a cidade precisa em maior quantidade para que o tênis seja ainda mais praticado.

Quando criamos o Tênis de Rua, foi como pegar uma ideia que já existia e dar a ela um ponto de convergência. Mostrar que é possível, divertido, competitivo e que possui uma cultura própria de respeito e inclusão.

De cidadania.

Atendendo a pedidos, resolvemos botar a reportagem no site.
Se você quiser vê-la, clique aqui.

C´mon!

foto: Tênis de Rua

sexta-feira, 5 de julho de 2013

C@g@ tudo

Já viu jogador de futebol do mesmo time brigando entre si, tennis lover?

Oui, mon frère... discutem, batem boca. Basta não haver o que se chama lealdade em campo.

Ocorre quase sempre quando um elemento, principalmente da defesa, não se aplica, não respeita a tática, não corre, não mostra raça, não dá o sangue enquanto o resto da equipe se mata para alcançar o resultado.

No tênis acontece a mesma coisa.

Hoje, joguei um jogo ruim que dói.

E reclamei do meu time, do meu amigo que fazia dupla comigo.

Ele acha que reclamei dos erros dele.

Não foi, nem é isso!

Tem uma diferença muito grande entre cobrar alguém que não tem bons fundamentos ou golpes e por isso desperdiça pontos do que reclamar de quem poderia render mais e falha por falta de dedicação e esforço em quadra.

É uma questão de atitude, jamais de técnica, nestes casos.

Torcer o nariz para quem joga pouco e erra tentando fazer o seu melhor é injusto e reprovável.

Cobrar de quem pode dar mais e não o faz por desmotivação durante o jogo é necessário para corrigir a postura em alguns momentos.

Mas tem jogador que não compreende e repete-se no erro.





E aí, tennis lover... c@g@ tudo.



C´mon!




foto: garotasdocontra, terra

sexta-feira, 3 de maio de 2013

O lugar dele

O pessoal vai chegando.

As duplas são organizadas entre os que estão na espera e os jogos vão saindo.

É quase sempre assim para quem joga tênis na quadra pública.
Mas, às vezes, alguém organiza os próprios jogos entre os tenistas que aguardam, convidando alguns, não convidando outros para formar parcerias.

Então, pode vir o protesto:

"O Djobi-Djoba está escolhendo com quem jogar!
Quem ele pensa que é??!!" 

Ele pode não pensar nada, tennis lover.
Depende de como se vê a questão.

A lei do mais fraco

Quem tem um nível de tênis mais competitivo, prefere jogar com jogadores que apresentem desenvolvimento semelhante. As partidas são mais equilibradas, a disputa é mais intensa, a dificuldade maior, requer mais exigência técnica e, com isso, a satisfação vem antes do resultado final do jogo: mais do que vencer, é bom ter praticado um bom tênis enquanto se esteve em quadra.

Por esta razão, jogadores mais avançados procuram parcerias afinadas quando o grupo está muito heterogêneo. Em outras palavras, quando tem um ou outro que jogam menos, eles podem ser deixados de lado na hora de fechar as duplas entre os que jogam mais.

Claro que nem sempre é assim.
O acordo tácito é não discriminar.

Todos jogam juntos.

Porém, se a diferença de habilidade é grande, quem joga mais pode ficar desmotivado, frustrado em quadra.

Só quem joga menos se diverte.

Corre que nem um louco em tudo o que é bola.
Para ele, tudo é lucro.

Para o outro, é um tédio.

Não tem disputa e o set não vale coisa alguma.
Nem ganhar, nem perder.
É só um jogo na praça sem a menor graça.

Não tem nem o bom tênis pelo qual se aspira suar.
O resultado, para quem joga mais, nestes casos, é o mesmo que nada.

Então, o jogador iniciante pode perguntar:

"Por que ele não é humilde e joga comigo?"

A resposta pode vir com outra pergunta:

"Por que o jogador menos habilidoso não pode ser ele humilde e procurar fechar parceria com aqueles com nível parecido com o dele?" 

Havendo equilíbrio entre os jogadores, de simples ou de duplas, o jogo de tênis fica mais interessante para todos. Por esta razão há categorias.

A questão não é de humildade.
É de bom senso.

Esta deve ser a lei do mais fraco e também do mais forte no tênis inclusivo.

Por isto que, de modo geral, todos jogam, independente do nível, contra todos na quadra pública.

Mas você já sabe, tennis lover, se alguém estiver escolhendo jogos ou não demonstrando empenho em partidas desinteressantes, é direito dele tanto quanto é o seu dever respeitá-lo.

Afinal, ele não quer o lugar que é seu.

Ele quer o lugar que é dele.

C´mon!

imagem: minispyquipment, tennis.com.au

domingo, 16 de dezembro de 2012

Oh, shit!

A pose do Ribas na foto anuncia o que vem por aí.

Assim, meio abaixado, tipo diarreia chegando.

Pois da adição do smash + shit, temos o SMASHIT!

O mais novo golpe do tênis de rua.

Como?!

Olho no laaaance!

Quadra 1 do Parque Montaury, em Porto Alegre, hoje à tarde.

A bola veio alta para um smash.

Ribas na rede.

Era preparar e soltar o foguete. E ele preparou, preparou e lançou o golpe. Só que em vez da paulada que todos esperavam, a bola pegou na ponta da raquete, meio sei lá como. Quase não foi para frente. Mal passou a rede com um efeito defeituoso, quicou e saiu pingando bem chochinha.



Os tennis lovers que estavam tentando acompanhar o jogo não acreditaram.


Também, com uma shit dessas.
Melhor, um smashit desses.









Só na várzea você vê algo tão... criativo.

C´mon!



fotos: Tênis de Rua

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Com toda a masculinidade



Queremos dizer, com toda a masculinidade, que nós amamos a mangueira.



A nossa, tennis lover.


A nossa nova mangueira.




A anterior, roubada no fim de semana passado por um chinelão (post abaixo), já foi substituída com a ajuda generosa dos tenistas Eduardo e Reinaldo.

Assim, na parceria, se constrói um grupo bacana, de amigos que respeitam o esporte e o que é da cidade.




Agora, podemos molhar o saibro que, em breve, receberá um reforço para melhorar o piso da quadra da praça La Hire Guerra, em Porto Alegre.



Hoje foi dia de podar um pouco a vegetação em volta da cancha.





Olha o Ribas aí, de luvas, bem fresco... fresco porque está na sombra, tennis lover, cortando galhos mais baixos e que tomam espaço na hora do jogo.


C´mon!



fotos: tenisderua

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Acima do permitido

O tênis nasce nas quadras das escolas desta modalidade, concentradas em todas as espécies de academias e associações.



Nasce também nas quadras públicas.


Não tem jeito.
É como no futebol.




Nas quadras particulares, a estrutura preserva tudo o que se relaciona à prática do tênis.

Nas quadras públicas, se o poder público não se mantém presente para atender às necessidades, elas são contempladas com o empenho dos cidadãos.

É o que ocorre na La Hire Guerra, no bairro Três Figueiras, em Porto Alegre.



Os tenistas que lá jogam, adoram o saibro, a sombra das árvores, o silêncio da praça. São eles que juntam dinheiro entre os colaboradores voluntários para comprar pó de tijolo para o piso, gastam com ferramentas e trabalham nas horas vagas lá mesmo, puxando terra, capinando, varrendo, molhando o pó.

Só que molhar o pó vai se um pouco difícil daqui para a frente.
Não se sabe até quando.






A mangueira, amarela na foto ao lado, que estava na quadra servia para a manutenção da mesma e ainda era a fonte que matava a sede de tenistas e outros frequentadores da praça, como o pessoal que joga futebol no campo ao lado.


Ontem, ela foi levada.



Assim, simplesmente.

Alguém desconhecido entrou lá, pegou a mangueira, que havia sido doada a nós, e carregou.
Ficamos sem.

É duro e não há nada que possa justificar.
É furto.


Tão idiota quando quebrar telefone público.


E idiotas há por aí em quantidade acima do permitido.


C´mon!





fotos: tenisderua, outerspace

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Vem de baixo

É de baixo que se cresce, tennis lover.


E lógico, é lei da natureza.




Ninguém chega chegando, tipo o Megamente.






Desta maneira, vindo de baixo, nosso amigo tenista, frequentador assíduo das quadras públicas do Parque Germânia, em Porto Alegre, Evaldo Schimidt (de boné), subiu um pouco mais na prática do tênis.



Ele conquistou o troféu de campeão da 5ª Classe da VII Etapa do Circuito de Classes Dietze Tennis, aqui na capital guasca do pampa. Iann Camargo, na foto, foi adversário na final e ficou em segundo.



Se dedicando pra valer ao tênis há pouco mais de 1 ano, Evaldo, que se desenvolveu nas quadras públicas da cidade jogando com a gente, mostra que, com vontade de aprender e garra para competir, qualquer pessoa pode vencer.



Começando de baixo.

Crescendo.

C´mon!

foto: Rosane Dietze
imagem: divulgação

sexta-feira, 27 de julho de 2012

As quadras provocaram isso

Tentar não é conseguir.

Dá para dizer que os responsáveis pela área o tênis no Parque Germânia tentam, mas não conseguem. Pode ser boa vontade sem empenho, pode ser empenho sem recursos, pode ser recursos sem boa vontade e começamos tudo de novo. Por se tratar de um parque público, sabemos que burocracia e orçamento e interesses políticos são coisas que precisam ser acomodadas para se chegar aos objetivos.

Fatos

As placas que orientam a prática da modalidade no Germânia, recém instaladas, ajudam a disciplinar o uso. Uma necessidade atendida pela qual todos agradecem. Mas não há um tópico fundamental.

Não expressam a prioridade para jogos de duplas.

As duplas servem para botar mais gente em quadra jogando e assim desafogar a fila de espera em dias de maior movimento. Como não há nada mencionado nas normas, pode ocorrer equívoco e com ele, conflito. Dois desavisados que cheguem lá e batam pé que vão jogar simples tendo 40 em volta querendo a vez, por exemplo. Recorrer a quem ou o que na hora de decidir sem preterir?

Outro problema permanente é o piso das quadras. Volta-se ao assunto porque ele segue insolúvel. 
Quem não joga tênis ou joga pouco ou não quer enxergar, olha para as canchas e vê que na aparência elas estão bem. No entanto, é só aparência. O material é inadequado e sem qualquer resistência. O tênis em nível mais competitivo fica sem qualidade.

Às vezes a turma de tenistas se pergunta ou se surpreende como muitos jogadores de maior nível deixaram de frequentar o parque.

A resposta, todos elaboram por si mesmos: as quadras provocaram isso.

fotos: tenisderua

domingo, 15 de julho de 2012

Ranhentos

De volta ao grupo dos 60 melhores tenistas do ranking, Thomaz Bellucci volta às quadras na semana que vem, em Gstaad, na Suíça, onde já levantou a taça em 2009.

Hoje, ele poderia estar disputando o título em Stuttgard, na Alemanha, se não tivesse perdido ontem para Tipsarevic por 6/4, 2/6 e 6/4. A chuva atrapalhou um pouco o início da partida, mas nada demais.

É verão por lá, está quentinho, bem diferente daqui, no sul do Brasil, já que neste hemisfério é inverno.
Nesta semana, jogando uma partida à tarde com um ventinho de congelar até pensamento, a munhequeira tinha mais ranho do que suor, tennis lover.

Que inverno, esse inferno!

Ou o contrário.

No mesmo dia em que Bellucci deixava escapar a vitória sobre o sérvio por apenas uma quebrinha, fomos nós, guerreiros do vício do tênis, para a geladeira chamada praça La Hire Guerra, em Porto Alegre.

E estava frio na quarinha...
Jogar, só de agasalho.



No meio do arvoredo, na sombra, o frio judiava de mim e do Medeiros (de abrigo).











Do Ribas e do Cigano (de boné).










Na torcida, apreciando a exibição luxuosa de tênis de rua, minha esposa, Silvia, de touca e encolhida na friaca.

E nós, que não nos mixamos por pouco, jogamos até a boquinha da noite.

Ranhentos.

fonte: Tênis Brasil
fotos: tenisderua

domingo, 24 de junho de 2012

Com pedigree ou pangaré

Roger Federer caminha para uma disputa importante na carreira.

Pode chegar ao sétimo título em Wimbledon, a catedral universal do tênis. Sim, tennis lover, mesmo que você goste de outros torneios ou pisos, Winbledon é essencial por ser o epicentro do esporte formatado pelos ingleses como é hoje. É a competição mais tradicional e conservadora, cravada na história pelo tempo e pelo hábito.

Federer é um dos favoritos na grama hoje, como sempre. Vai atrás do título do Grand Slam e depois dos ouro olímpico em simples em Londres, nas mesmas quadras do All England Club.

O próprio suíço sabe de suas chances e o que elas representam para apostadores, fãs e para ele mesmo. O atual número 3 do ranking considera que seu prestígio como competidor, dentro e fora das canchas está relacionado com o fato de permanecer jogando em alto nível por longo período.

Não basta ser o bom, é necessário sê-lo por bom tempo para alcançar esta espécie de diferença com a qual ele conta e cita exemplos como Woods, Schumacher e Rossi para demontrar do que se trata.

Em entrevista à Reuters, na Inglaterra, Federer falou sobre isso e muito mais.

Lei cósmica

O que ocorre com Federer neste sentido de permanecer sendo competitivo e bom tenista, acontece lá na pracinha também, tennis lover.

E de um jeito ainda mais cruel.







Você sabe muito bem que no tênis amador, os registros quase não existem. Poucos ficam sabendo de quem você venceu, se jogou como um iluminado, se aquela medalinha que você mostrou foi conquistada contra um tenista com pedigree ou um pangaré da raquete.

É a cada dia, em cada partida, em cada ponto, que você tem que mostrar que sabe das coisas.

São aquelas passadas de esquerda, aquelas potentes cruzadas de direita, a habilidade no punho e o conjunto da obra em quadra aos olhos dos outros que consolidam a consistência e geram respeito e admiração.

fonte: Estadão
fotos: ig
tennisblog

domingo, 20 de maio de 2012

Sede de tênis

Sabe quando você sai da quadra suado, cansado, tennis lover, sedento?

O desejo é ter água fresca à mão.


Atendendo à necessidade dos jogadores com sede, um bebedouro foi instalado entre as quadras do Parque Germânia, em Porto Alegre. Antes era preciso caminhar até o playground ou aos banheiros para tomar um gole ou lavar o rosto e nem sempre havia água disponível. O bebedouro era uma reivindicação antiga dos frequentadores aos responsáveis, público e privado, do parque.



Sede de tênis


Se por um lado é elogiável a construção do bebedouro, que mata a sede de água, por outro, é preocupante a situação do piso das quadras.

Matar a sede de tênis não está tão fácil assim no parque.

Uma das duas quadras está em condições que impedem jogos mais disputados. O piso, reinaugurado em 22 de dezembro do ano passado, já se encontra destruído. O tênis mais competitivo, que havia sido prejudicado pela espécie de superfície, que deixou a quadra muito rápida, agora





sofre com os buracos e rachaduras espalhados por toda a área de jogo. A deterioração foi rápida. Logo a outra quadra vai estar em estado semelhante pelos sinais que apresenta.







Explica-explica

                                                                                                        arquivo Tênis de Rua
Os argumentos dos responsáveis pela reforma, criticada por muitos jogadores de maior nível que usam as quadras, é de que não havia orçamento para manter o piso original. Optaram pelo material mais barato e entregaram a execução aos funcionários do parque, os mesmos que cuidam da jardinagem.

Economizaram.

Com isso, disseram, manter a quadra fica mais fácil, já que é só usar o mesmo material ou um compatível, de custo baixo, em caso de necessidade de remendos.

E é bem isso, remendos.

É uma lógica frágil.

A quadra não durou 6 meses.

Se a cada 6 meses ou menos for preciso investir dinheiro no equipamento, em pouco tempo ele terá consumido mais do que se o investimento e o capricho tivesse sido um pouco maior e um piso durável tivesse sido feito.

Com a palavra, novamente, os responsáveis.

fotos: Tênis de Rua

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Do pó ao pó

"Domiiingooo", como diz Cid Moreira, tennis lover que foi a voz da notícia por anos, agora mais conhecido por narrar episódios bíblicos.

"Do pó vieste, ao pó retornarás." Deus, em Gênesis 3:19


Pois ontem, no domingo, também conhecido como Dies Domini, o Dia do Senhor, reinaram os senhores do Aberto de Tênis do Parque Montaury, em Porto Alegre.

Do pó das quadras públicas da 24 de Outubro vieram os vencedores em 3 categorias.




Cesar Gheno foi o campeão na A vencendo Mário Ungaretti.














Alberto Rebelato ficou com a taça na B ao derrotar Joubert da Rosa.













Bruno Rocha ganhou de Cristian Wheler, se tornando campeão da C.









Quem não foi à missa e/ou depois dela deu uma passada lá na Caixa D´Água, curtiu os jogos.

Do pó ao pó


A temporada do saibro segue firme na Europa em preparação para Roland Garros.
Na semana passada ocorreram os ATP 250 de Munique, Belgrado e Estoril.

Hoje, estamos com o Masters 1000 de Madrid.




É pó, pintado de azul...






Saibro smurf, segundo os próprios tenistas.

Para jogadores importantes como Nadal, Djokovic e Sharapova, uma bomba que não está agradando nada.

Não vai emplacar.

fonte: Facebook
Folha.com
fotos: Gilberto Bisso
uol
jornalgospelnews
fanpop

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Coisa nossa




Já sabe o que fazer no próximo domingo, tennis lover?


Se você não for jogar, nem ir à missa, aí vai uma dica.





Se estiver em Porto Alegre, a recomendação é dar uma passada no Parque Tenístico José Montaury, a chamada Caixa D´ Água da rua 24 de Outubro, nº 211, no bairro Moinhos de Vento. Lá vão ser disputadas no dia 06/05 as semifinais e finais do Aberto de Tênis de Outono 2012, promovido pelo município com apoio da associação local de jogadores. A primeira rodada é às 8h.

Vai lá, que é coisa nossa.
Merece o prestígio.

fonte: Secretaria de Esportes de Porto Alegre
foto: clicrbs
sinalceleste

segunda-feira, 2 de abril de 2012

O povo quer mais

Parabéns aos vencedores do Aberto de Duplas do Parque Germânia.

Masculino A

Cezar Gheno e Gabriel Hennig - campeões
Jader Oliveira e Persius Judicko - vices

Masculino B

Joubert Rosa e Fábio Leindecker - campões
Fábio Rech e Alexandre Marques - vices

Masculino C

Martin Sanchez e João Dácio - campeões
Rodrigo Rossato e Eduardo Pires - vices

Duplas mistas                                                                 
                                                                                (casal Zucchi em ação)

Jader Oliveira e Luiza Freitas - campeões
Cezar Zucchi  e Janine Zucchi - vices

O torneio

As partidas foram disputadas nas quadras públicas do Parque Germânia, em Porto Alegre, nos dias 31 de março e 1° de abril (sábado e domingo). Após 28 jogos e 16 horas de muito tapa na bola, os vencedores foram conhecidos.


O Tênis de Rua oferece um cumprimento caloroso em reconhecimento à participação de todos os
jogadores, vencedores ou não, e aproveita para agradecer aos organizadores a promoção do evento.



O povo quer mais.
C´mon!!



foto: Tênis de Rua
organização do torneio

domingo, 25 de março de 2012

O bom, o mau e o feio



O que você está vendo, tennis lover, é um monte de pó de tijolo.





Este, como alguns outros, foram espalhados neste sábado sobre a quadra da Praça La Hire Guerra, no bairro Três Figueiras, em Porto Alegre.






Assim, como o Gabriel está fazendo.




Foram cerca de 500 quilos de terra aplicados para recuperar a superfície da cancha, que há tempo precisava de uma manutenção mais caprichada.

O bom



E por falar em capricho, aí está um cuidado fundamental que se deve ter com o piso de terra batida: molhar o saibro




Trabalho que o Paulo fez, e muito bem.







Passar o rolo para comprimir o solo e compactar a quadra também é necessário para que ela esteja sempre em condições apropriadas para o uso.



Mas tem algo que não dá para fazer.







O mau


Preste atenção neste aí ao lado, o Cristiano.


Também conhecido como Cigano.






Jogando com o primeiro tênis que puxou do balaio.

"O meu de jogar tá furado!" Cigano


Péssima desculpa.
Mau exemplo.

Calçados que não são para tênis, em especial estes com a sola vincada, fazem buracos na quadra.



Desse jeito não adianta arrumar, Cigano.
Vai comprar um tênis, ô!

O feio

Fechando a trinca inspirada no clássico western de Sergio Leone, a nota feia da tarde foi o jogo do Ribas, aquele na foto ali em cima empurrando o rolo.
.
Sem a trilha de Ennio Morricone, mas deitando na poeira, o professor perdeu o primeiro set que disputou na quadra reformada por 0/6.

Levou o troféu Pirelli para casa.
Um pneu.

Bom, se o assunto é o clássico, o tradicional, então o Ribas levar 0/6 está no roteiro.

fotos: Tênis de Rua
divulgação