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segunda-feira, 10 de junho de 2013

Jason com raquete



terça-feira, 15 de janeiro de 2013

A maior notícia

A maior notícia do momento para o tênis brasileiro vem da Espanha.

Pode?

É, tennis lover...

Pode. Rafael Nadal vai jogar o Brasil Open. O espanhol buscará o segundo título na competição. O primeiro ele venceu em 2005 na Costa do Sauípe, naquele ano em que ele apareceu como o furacão do saibro.


Nadal vem ao país não porque gosta de nós, porque acha o torneio muito bonito e organizado, porque tem prazer em jogar diante de um público tão caloroso como todos gostam de dizer.




Ele vem procurar por ritmo de jogo em um torneio menor, já que volta da longa recuperação nos joelhos.

fonte: IG
foto: maquinadoesporte

domingo, 1 de julho de 2012

Glorinha

Entre Federer e Nadal, torço para os dois, de maneiras diferentes.

O suíço é aquele negócio, tem um tênis exuberante, técnico, esplêndido. Da prazer em ver jogar.
Já o espanhol é uma fortaleza, un luchador de verdad.

Por bastante tempo, joguei com raquetes agressivas. Preferi Wilson PS por causa do controle, modelos parecidos com a Tour 90, do Federer. Mas o braço cansa, tennis lover.

Experimentei Babolat por uns 6 meses.
Com uma Drive Z tive bons resultados na época e cheguei a vencer um torneio de simples. Mas permanecei com as Wilson, jogando com a Rok e depois com a BLX.

Agora, volto para a Babolat Aero GT, modelo com o qual joga Rafael Nadal.

Para celebrar este reencontro, trago para o Tênis de Rua o post do outro blog, o Capinando, de quando as Babolat renderam um troféu para a estante.

É de arquivo.
Outros virão.

C´mon!

Glorinha

Glorinha não é uma moça.


O nome, quando diminutivo, reduz a coisa.
Faz parecer ter menos valor.
Mascara grandezas.
Glorinha não é uma moça.
É uma pequena glória.


Uma gloriazinha.
Mas é minha.
Sei quanto custou.



Hoje degustei a singela alegria gloriosa de vencer um torneio de tênis em Canoas, na Grande Porto Alegre.


Em dois dias de jogos, 13 e 14 de março de 2010, superei os 16 tenistas inscritos na classe B de simples (jogos de 1 jogador contra 1) no Aberto COGAPA/Chaparro Tennis School/Gatorade de Tênis.





Cuide-se, Federer.





fotos: Tênis de Rua
divulgação

terça-feira, 26 de junho de 2012

Oi, tchau

Thomaz Bellucci se apresentou no estilo Beatles hoje em Wimbledon.

Yes, tennis lover.

Entrou em quadra às 11h20, hora de Brasília, e disse Hello.
Saiu de quadra às 13h46 e disse Goodbye.

Perdeu por 6/7 (e começou bem, com 4/0 sobre o espanhol, mas errou dois voleios quando poderia fechar o 5° game do primeiro set e desandou) 2/6 e 3/6 para Nadal na primeira partida.

Como na canção Hello, Goodbye, lançada pelos 4 de Liverpool em 1967, Bellucci disse hello, disse goodbye.



"You say stop 
but I say go, go, go." 

Go to Brazil, dude.


fotos: globoesporte
oesquema

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Porta-bandeira

Se desfilasse no carnaval, Rafael Nadal poderia ser o equivalente à porta-bandeira.



Sarro, tennis lover.

É que o tenista, o atleta espanhol em maior destaque no momento, está confirmado para carregar a bandeira do país dele no desfile das delegações na abertura dos Jogos Olímpicos de Londres.


Baita honra, ser porta-bandeira.

fonte: NBC Sports
foto: montagem Tênis de Rua


segunda-feira, 11 de junho de 2012

O raio do espanhol

O raio.
Isso mesmo.


Não Ohio, nos Estados Unidos.
O raio relâmpago, descarga elétrica.
Diz a lenda que não cai duas vezes no mesmo lugar.


Conversa fiada.

Cai sim. Quer ver?




O primeiro


Maio de 2012.
Nadal e Djokovic disputam a final do Masters 1000 de Roma, no saibro.
O sérvio cede o primeiro match point. Vai sacar e o que acontece? Um dupla falta.

Nadal campeão na capital italiana pela 6ª vez.
Posição número 2 do mundo garantida.

O segundo


Junho de 2012.
Nadal e Djokovic disputam a final de Roland Garros, no saibro.
O sérvio cede o primeiro match point. Vai sacar e o que acontece? Uma dupla falta.

Nadal campeão na capital francesa pela 7ª vez.
Posição número 2 do mundo garantida.



Sem ter sentido o mau tempo em Paris que adiou a partida de ontem para hoje, o raio do espanhol se tornou o maior vencedor em simples do Aberto da França, ao lado Chris Evert, tenista norte-americana.






O terceiro?


Se Novak não der um jeito na própria cabeça e encontrar um jeito de ser mais agressivo em quadra contra Rafael, um outro match point contra pode ocorrer em breve em qualquer final entre os dois.

E aí, tennis lover, o terceiro raio poderá fulminar o sérvio mais uma vez.

fontes: Roland Garros
msn
Sportv
fotos: Reuters
proavirtualg5
eletromacial

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Via di Roma!

Bora lá!
Fora!

Terminou!

E com uma dupla falta...

O Masters 1000 da Itália encerrou com vitória de Rafael Nadal sobre Novak Djokovic.

El Nadalazo

Com o placar de 7/5 -6/3, o espanhol conquistou o 6º caneco na capital italiana. De quebra, devolveu Roger Federer à posição 3 do ranking, retornando ao segundo lugar, atrás do sérvio, hoje batido, destemperado e descalibrado.



Saibro, agora, é na França.


C´est Roland Garros, joueurs!!




foto: tennis-buzz

domingo, 20 de maio de 2012

Quem sabe um sanguezinho

Você conhece a fúria latina, tennis lover?



Primeiro, latinos são os do Latium, antiga região da Península Itálica onde inciou a violenta civilização romana, hoje Regione Lazio.



Bom, o temperamento latino, como dizia Kid Morangueira, é fogo.



Hoje choveu muito em Roma.
A final feminina foi atrasada, mas saiu. Sharapova venceu Na Li e ficou com o título.

Na hora de decidir se o jogo entre Djokovic e Nadal seria realizado, jogadores e comissão organizadora do ATP 1000 italiano avaliaram que seria melhor transferir a partida para amanhã às 12h local, 7h de Brasília.



A torcida, que esperava por suor e quem sabe um sanguezinho, não gostou nada.


Amanhã é segunda-feira, dia de trabalho, c@r@lh%!.

"- Domani è lunedì, giorno di lavoro, cazzo!"




O público genuinamente latino, acostumado com as arenas desde que inventaram o primeiro estádio, il Colosseo, vaiou os responsáveis pelo torneio e mandou uma chuva, agora de garrafas, para a quadra.





"Meu sangue latino, uu, uuu..."


fonte: Tênis Brasil
fotos: uol
wikipedia
blogln
historiacomimagens

segunda-feira, 14 de maio de 2012

E o vento levou...

Carregou os melhores tenistas do planeta para a Cidade Eterna, Roma, onde está ventando uma barbaridade nesta segunda-feira.

No roteiro do tênis, o ATP 1000 da Itália traz as partidas de volta para o saibro, saibro mesmo, e segue a preparação para Roland Garros. Ontem terminou o torneio da Madrid, no pó azul delirante, criticado pela maioria dos jogadores. Com o título conquistado lá, Roger Federer ficou a cerca de 1.800 pontos de Novak Djokovic, que lidera o ranking. O suíço, agora número dois, depende de uma campanha semelhante a Madrid em Roma e de uma queda prematura do sérvio para encostar de vez no número um.

Quem sabe, tennis lover?

A disputa nas três primeiras posições está ótima.

Que bons ventos tragam sorte e inspirem o talento de Djokovic, Federer e Nadal.
Ganha o público, em emoção e tênis de primeira.

Dai, ragazzi!!

fonte: Tênis Brasil
fotos: hotelfelice
eurotravel

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Efeito saibro smurf

Amanhã Roger Federer disputa a semifinal do ATP 1000 de Madrid. O suíço venceu hoje David Ferrer em 6/4-6/4.

Pega Janko Tipsarevic, que nesta sexta-feira despachou o atual campeão, Novak Djokovic, por 7/6-6/3.

Até agora, tudo normal, tennis lover.

O que vem por aí é que pode ser interessante na disputa pelas primeiras posições do ranking. Com a eliminação de Rafael Nadal, se ganhar o torneio, Federer deixa a terceira colocação para assumir a segunda.

Efeito saibro smurf.

Del Potro e Berdych fazem a outra semifinal.

fontes: Agência Estado
Record
foto: uol

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Ele o beijou com cumplicidade

Imensa.

Este é o adjetivo para a vitória de Fernando Verdasco sobre Rafael Nadal nas oitavas do Masters 1000 de Madrid.

Não valeu um título.

Valeu a autoestima de um tenista.

Por 13 vezes ou seja, em todos os jogos anteriores, Verdasco havia perdido para Nadal. Hoje ele quase teve o mesmo final das partidas passadas. Mas algo aconteceu.

Mente e coração


Desde o início da partida os sinais eram de que seria hoje.
Verdasco venceu o primeiro set por 6/3 agredindo e se impondo bem, contando com uma certa colaboração de Nadal.

Será que o touro miúra acreditava tanto que poderia vencer quando decidisse?

Parecia que sim.

Nadal vencera o segundo set por 6/3 e chegou a ter 5/2 no set decisivo e 5/4, sacando para o match. Porém Verdasco, sabidamente um tenista que vacila demais e entrega resultados por isso, desta vez, permaneceu lá, firme. Ele foi buscar o resultado e, após virar o set para 6/5 a seu favor, decidiu heroicamente o encontro no saque de Rafa.

Beijos e lágrimas


Quando um tenista perde sempre para um adversário ele tende a duas coisas: ou se aceitar inferior ou estabelecer a meta de vencê-lo e provar para si mesmo que pode.

Verdasco provou hoje, em casa, na sua cidade, no maior torneio da Espanha, eliminando o maior jogador do país no momento, o segundo melhor do mundo agora.

Fernando chorou por alívio, por alegria, por satisfação consigo por ter lutado tanto e acreditado que poderia realizar o que realizou. É nossa interpretação, tennis lover.

Fernando Verdasco não vai reclamar do saibro azul.

Ele o beijou com cumplicidade e gratidão.

foto: altaspulsaciones 

domingo, 29 de abril de 2012

Entregou a rapadura






Nadal venceu hoje o ATP 500 de Barcelona, na Espanha, pela sétima vez.






Ele é o único tenista da Era Aberta a conquistar dois torneios por pelo menos sete vezes. Em Monte Carlo, também no saibro, o espanhol tem oito títulos. Se ganhar mais onze troféus no saibro, Nadal chegará à marca histórica de títulos neste tipo de piso, fixada pelo argentino Guillermo Vilas.


O adversário de Nadal foi o também espanhol David Ferrer que, pela quarta vez, entregou a rapadura na decisão para o jogador de Mallorca, desta vez por 7/6 (7-1) -7/5.



"Perdi quatro vezes, mas perdi para um grande." Ferrer

Pela frente

Agora os principais torneios da ATP são os 250 de Munique, Belgrado e Estoril. Depois vem o Masters 1000 de Madrid, no dia 6 de maio.

A curiosidade será o saibro pintado de azul.

Será, tennis lover?

A bola azul, prometida para Barcelona, não foi usada.

fonte: Tênis Brasil
foto: uol




domingo, 22 de abril de 2012

Todos sabem qual é

Bonjour everybody. Voy hablar en Español. Rafael Nadal

Foram as palavras iniciais do espanhol ao se pronunciar após a final de Mônaco.
Ele não fala Francês. Poderia até ser mudo, tennis lover, pois joga muito tênis e isso é o que importa.

Sem encontrar a resistência esperada por parte de Novak Djokovic, Nadal chegou ao oitavo título consecutivo do Masters 1000 de Monte Carlo.

O espanhol alcançou a vitória de número 42 no torneio.
São 33 canecos no saibro. Na carreira,  Nadal possui 47 títulos, sendo 20 deles de Masters 1000.

Para conquistar o de hoje, Nadal se manteve forte no fundo da quadra, muito regular tanto no forehand quanto no backhand. Fechou a partida em 6/3-61 em 1h18.

O destaque foi a quantidade de erros não forçados: Nadal 10, Djokovic 25. Um sinal claro de que o sérvio não estava com a cabeça no jogo.

O motivo, todos sabem qual é.

foto: bettor

sábado, 21 de abril de 2012

A dor de uma morte

Se Djokovic fosse batido hoje por Berdych, não seria espantoso.

O sérvio perdeu o avô durante o torneio de Monte Carlo. Esteve emocionalmente abalado desde então e, contra um adversário duro como o tcheco, ser derrotado seria um resultado esperado. 

No entanto, Nole demonstrou, mais uma vez, uma firmeza mental incomum. 

Foi capaz de virar a partida (4/6-6/3-6/2) e garantir lugar na final do ATP de Mônaco. 
Ele pega Rafael Nadal, que despachou (6/3-6/4) Gilles Simon. 
O espanhol vai tentar amanhã o oitavo título consecutivo no torneio do principado. 

Muralha

Nadal pode ser o especialista no saibro e até ser apontado como favorito por alguns. Mas ele vai ter que dinamitar uma muralha. 

Djokovic é o número 1. Tem força física e emocional. 
E pode ter consigo um estímulo que não esteve presente em nenhum outro jogo ou torneio da carreira do jogador. 

A dor de uma morte. 

Novak está ferido pela perda familiar. Vladmir, o avô, era uma pessoa importantíssima para a família, acolhida por ele durante a Guerra do Kosovo, segundo informou Dácio Campos na transmissão do jogo de Novak contra Dolgopolov, no dia da morte. Apesar do fato trágico, Djokovic permaneceu na competição e deve fazer deste torneio e do consequente título, se conquistar, uma homenagem à memória do parente querido. Nestas condições o foco do sérvio e a motivação subirão a um nível ao qual o espanhol pode não ter alcance. 

A final ganha, assim, um componente diferente. Deverá ser um jogo histórico pelas circunstâncias.

Apostamos em Nole. 

fonte: Record PT
foto: uol

sexta-feira, 30 de março de 2012

Murray e mais 1

O britânico Andy Murray conquistou a vaga na final do ATP de Miami sem dar uma raquetada na bola.


Rafael Nadal abandonou o torneio por problemas físicos.

Twitter: 

So sorry for my fans, those here at Miami and those around the world. My knee won't let me play today.

Aquela dor no joelho esquerdo que por foi responsável pela entrada do fisioterapeuta em quadra durante esta semana, tirou o espanhol da disputa na Flórida. O próximo torneio de Nadal deve ser no saibro de Monte Carlo.

Djokovic e Monaco jogam à noite para ver quem vai decidir o título com o britânico.

foto: arquivo raquetadas

sexta-feira, 2 de março de 2012

Puxa calção

Nadal e Federer vão para o livro dos recordes.

Eles deverão fazer o jogo de tênis com maior público presente da história.
A marca atual do Guinness é do jogo entre Kim Clijters e Serena Williams no estádio Rei Balduíno, em Bruxelas, na Bélgica, em 2010.

A partida de exibição entre o espanhol e o suíço será no Santiago Bernabéu, estádio do Real Madrid. O encontro será no dia 8 de julho, sendo parte da programação de aniversário do Bernabéu. O estádio tem lugar para 85.454 pessoas. Como a quadra ficará no centro do gramado, mais espaço será disponibilizado para o público. A promessa é de que os preços dos ingressos sejam populares.

Para encher mesmo.

"El club espera que el Bernabéu registre um llenazo." Diario AS

A organização será da Fundação Real Madrid e da Fundação Rafa Nadal e a renda obtida ficará com ambas para aplicar em projetos sociais.

O prêmio em disputa será o troféu Alma Nadal.

Vai, Federer.
Vai lá e ganha a alma do Nadal 'puxa calção'.
Bem na frente dos espanhóis só pra gente ver.

Aniversário


O Santiago Bernabéu completa 110 anos no dia 6 de março.

fonte: as.com

domingo, 29 de janeiro de 2012

Aplaudiu como um idiota


 Carlos Moya 

Pense q pasaria mucho tiempo para ver a alguien con la mentalidad ganadora de nadal...pues no,djokovic la tiene



E foi com ela que o sérvio venceu o seu terceiro Australian Open.

Depois do jogo, Paulo Cleto considerou o brilhantismo do desempenho de Djokovic e Nadal. Segundo ele, o tênis visto hoje chegou a um nível diferente, onde a força mental e física acabaram conduzindo o jogo para além da técnica.

E foi mesmo.

Especialmente para o espanhol. Com o tênis um pouco abaixo do sérvio, Nadal precisou superar seus limites e vontade para levar a final até onde ela foi: 5h53min. Por alguns momentos, não havia favoritos.

O melhor







Venceu o melhor jogador do momento no planeta.







Mas Rafael Nadal também levou um prêmio imaterial: o da garra.

Ele deu uma lição eterna em quem viu o jogo. A da persistência, da coragem, do coração. Só na raquete, Novak está mais afiado. Rafa teve que tirar da alma a força extra para não ser derrotado antes do que ele mesmo queria e, ainda quem sabe, ser o campeão, o que acabou não ocorrendo.



Durante o jogo, lembrei do documentário Quando éramos Reis, o relato da luta entre Muhammad Ali e George Foreman no Zaire, em 1974, quando o velho Ali derrota o jovem e forte adversário usando razão e emoção antes dos punhos.

Inesquecível.

Outras palavras

A síntese do jogo, a mais longa final de Grand Slam, você vai ler nos sites, ver nos noticiários esportivos. Vai conhecer a opinião de cronistas, umas consistentes, outras, nem tanto.

No entanto, se você não viu a partida, não sentiu o instante.
Não jogou junto.

Quem gosta de tênis, independente da preferência por jogador, hoje levantou do sofá e aplaudiu como um idiota a televisão.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Hoje poderia ser o dia

Djokovic venceu Murray hoje, no Australian Open e foi para a final.

Jogará contra Nadal no domingo.

Acompanhando o jogo, especialmente pelo twitter, percebi uma inclinação da maioria pelo sérvio.
Nada contra. Pode-se torcer para quem quiser, admirar um em detrimento de outro e escolher assim o favorito em quadra ou na carreira. Aliás, Nole é número 1 do mundo com méritos. Soube e sabe aproveitar o momento para estar no topo do ranking.

Tem garra competidora e joga um tênis baseado em força, do fundo da quadra. Como quase todos os profissionais do momento.

Agora, o que falta ao Djokovic?
Ele precisa de algo?

Talvez, muito pouco.

É um jogador e tanto e é querido fora da quadra. É meio 'marrento' no jogo, como muitos outros. Não tem o talento na mão como alguns que estão no circuito mas, onde estão estes talentosos na corrida, em relação ao líder?

Ter Djokovic como favorito numa partida ou até mesmo torcer para ele pode ser fácil, já que há indutores de sobra para isso.

Fiz diferente


Entre o Djoko e o Murray, torço para o escocês.

É uma preferência um tanto emocional.

Andy Murray, acredito, tem um tênis mais completo que Novak. Porém, menos eficiente hoje. Isso porque Andy ainda está por descobrir melhor uma certa arma que Djokovic já conhece e domina.

A força mental.

Assim:
Nadal é mentalmente mais forte do que Federer. Quando torço para o suíço, espero ver seu mais exuberante tênis e desejo sempre que ele supere a dificuldade emocional de lidar com o espanhol.

Num jogo entre Nadal e Djokovic, torço hoje para Nadal encontrar uma forma de anular a força física de Nole e trazer o jogo para o detalhe mental, onde eles se equivalem.

Nessa zona sai o grande jogo.

Quando jogam Murray e Djokovic, torço para Murray achar um equilíbrio consigo mesmo que o permita acreditar mais em si, ser mais preciso, focado, intenso. É aí, nas emoções, que ele perde para o sérvio de goleada.

Hoje poderia ser o dia.

As habilidades se equivalem. Os físicos, também.

Mas Murray ainda não controla bem os nervos.

Por esta razão, não tão óbvia, queria ver Murray na final do AussieOpen, tennis lover.

Fica para outra, Andy.
C´mon!!