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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Nem eu

Nem tu.
Nem ele.
Nem nós.
Nem vós.
Nem eles.

Ninguém, tennis lover, vai jogar tênis no Parque Germânia por cerca de duas semanas, até a reabertura das quadras, marcada agora para o dia 22 de dezembro. A previsão inicial, de entrega no dia 5, como havíamos publicado, foi superada. O cronograma antes divulgado pelo Roberto Rocha, tenista que está representando os jogadores do parque junto à empresa responsável pela área em parceria com a prefeitura, era de que, estando pronta a quadra já em obras, começaria o trabalho de restauração daquela que hoje está aberta.


No entanto, nesta semana, funcionários da construtora do Jardim Europa, administradores do parque pela parte da empresa, disseram que a próxima etapa da obra inclui manter fechada a quadra 2, já em processo de pintura do piso, e interditar também a quadra 1 para reforma a partir dos próximos dias. As duas voltam a ser abertas na tarde do dia 22, uma quinta-feira.






Uma cerimônia protocolar deverá marcar a devolução dos equipamentos revitalizados à comunidade. Está prevista a presença de secretários municipais, empresários e jogadores. 


Quo vadis?





Eis a pergunta.



Onde vais, guerreiro?





Para não queimar o filme, se você chegar lá no Germânia com a raquetinha embaixo do braço e der de cara com aquela fita amarela de interdição, o negócio é sair de fininho atrás da turma.


Quem não estiver nos clubes ou quadras alugadas, vai estar pelo Parque Montaury, no Moinhos de Vento, na La Hire Guerra, no Três Figueiras, no Eduardo Gomes, no bairro Fátima, em Canoas, na Adel de Carvalho, em Ipanema ou vai estar em casa mesmo, criando barriga.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Aquela história

Segundo set.
40 x 15. 

Primeiro serviço no meio. Devolução de slice no centro da quadra. Segunda bola de forehand cruzada, funda e aberta. Winner. 

Game, set and match. 

Depois termino essa história. 

Novo território

Na manhã de hoje, fomos eu, meu inseparável chapéu... antes que você diga que é estilo, máscara, ridículo, saiba, tennis lover, que é proteção contra o sol. Se você acha que é frescura, vá ao dermatologista que ele te explica, já te mijando, que tomar sol direto é um problema e te manda, não pede, usar bloqueador solar e alguma proteção física. Com a radiação não se brinca. No site do Cptec/Inpe tem a previsão meteorológica para as capitais brasileiras e o índice de radiação solar diária. Ela quase sempre é extrema em todo o Brasil.  

Voltando.

Na manhã de hoje, fomos eu, meu chapéu e o tennis fellow Amauri, jornalista do Correio do Povo, até a quadra da praça Adel de Carvalho, no bairro Ipanema, na zona sul de Porto Alegre. O espaço foi apresentado pelo Amauri no blog Área de Saque, gerenciado por ele no CP. 
O piso é realmente um asfalto um tanto gasto. Pode interferir na trajetória da bola tanto quanto ocorre num saibro meio guasca como alguns que se encontram por aí. Se houvesse interesse da prefeitura ou uma reivindicação dos usuários, poderia ser feita uma manutenção incluindo uma recapagem da quadra. A rede está boa e tem iluminação, permitindo  jogos noturnos. O lugar é silencioso e pacato. Está no coração de uma área essencialmente residencial. Além dos pássaros e algum ruído de carro, o som predominante da manhã foi o da bola e o dos estudantes que ocuparam  a quadra de futsal ao lado da de tênis.

As crianças foram testemunhas.  


Aquela história

Game, set and match.

Com aquela bola vencedora, cruzada e aberta, encerramos o jogo contra o Amauri. Quando tiramos a foto para o blog, ele falou:

"Pra ser humilhado na rede mundial de computadores..."

É que vencemos o amigo por 2 x 0, 6x1/6x0. 
Como sabemos que tênis de rua não é para fracos, temos certeza de que o Amauri aguenta essa. 

C´mon!