Quer uma raquete usada, bem, muito bem cuidada, sem gastar nada?!
O Tênis de Rua troca um par de BLX Team, 95, 18x20, essa da foto, por um par de Babolat Aero Drive Pro.Na bucha.
Elas por elas.
C´mon!
foto: Tênis de Rua
Tênis de rua é esporte. É conceito. A praça é o clube, o teatro. A quadra pública, o palco para os atores da raquete. Gente que ama o tênis e sua capacidade de aproximar pessoas, fazer amigos. Nesta congregação democrática cada um tem seu papel. Jogam o velho e o novo, atuam o iniciante e o avançado. Pois se o lugar é de todos, é seu, é meu, é nosso.
Todos dependentes das boletas.




Na área reservada ao staff de Federer, Mirka, a esposa dele, acompanhava o marido trabalhando. 
Longe de alcançar resultados positivos em momentos decisivos e de vitórias prováveis, o brasileiro é um exemplo pouco positivo para o tênis nacional. Claro que ele tem valor, é o 33° melhor do mundo. No entanto, perder jogos onde possui favoritismo desestimula a torcida e os potenciais admiradores infantis que esperam pelo êxito do atleta brasileiro. Tomar 3 sets a 0 de Blaz Kavcic, 93°, fazendo apenas 7 games contra 18 é frustrante.
O saibro virou pedreira, tennis lover.

A pose do Ribas na foto anuncia o que vem por aí.





Os tenistas que lá jogam, adoram o saibro, a sombra das árvores, o silêncio da praça. São eles que juntam dinheiro entre os colaboradores voluntários para comprar pó de tijolo para o piso, gastam com ferramentas e trabalham nas horas vagas lá mesmo, puxando terra, capinando, varrendo, molhando o pó.