segunda-feira, 6 de maio de 2013

Saibro, saibro mesmo

Quem viu, viu.

Roger Federer.

Único campeão no saibro azul de Madrid per secula seculorum, amen.

O pó smurf, definitivamente rejeitado pelos jogadores, fica na história do ATP 1000 da Espanha e sabe-se lá quando volta às canchas.

Se é que volta.




Madrid começou com saibro, saibro mesmo.



C´mon!




fotos: asdotenis, Facebook Rafa Nadal

sexta-feira, 3 de maio de 2013

O lugar dele

O pessoal vai chegando.

As duplas são organizadas entre os que estão na espera e os jogos vão saindo.

É quase sempre assim para quem joga tênis na quadra pública.
Mas, às vezes, alguém organiza os próprios jogos entre os tenistas que aguardam, convidando alguns, não convidando outros para formar parcerias.

Então, pode vir o protesto:

"O Djobi-Djoba está escolhendo com quem jogar!
Quem ele pensa que é??!!" 

Ele pode não pensar nada, tennis lover.
Depende de como se vê a questão.

A lei do mais fraco

Quem tem um nível de tênis mais competitivo, prefere jogar com jogadores que apresentem desenvolvimento semelhante. As partidas são mais equilibradas, a disputa é mais intensa, a dificuldade maior, requer mais exigência técnica e, com isso, a satisfação vem antes do resultado final do jogo: mais do que vencer, é bom ter praticado um bom tênis enquanto se esteve em quadra.

Por esta razão, jogadores mais avançados procuram parcerias afinadas quando o grupo está muito heterogêneo. Em outras palavras, quando tem um ou outro que jogam menos, eles podem ser deixados de lado na hora de fechar as duplas entre os que jogam mais.

Claro que nem sempre é assim.
O acordo tácito é não discriminar.

Todos jogam juntos.

Porém, se a diferença de habilidade é grande, quem joga mais pode ficar desmotivado, frustrado em quadra.

Só quem joga menos se diverte.

Corre que nem um louco em tudo o que é bola.
Para ele, tudo é lucro.

Para o outro, é um tédio.

Não tem disputa e o set não vale coisa alguma.
Nem ganhar, nem perder.
É só um jogo na praça sem a menor graça.

Não tem nem o bom tênis pelo qual se aspira suar.
O resultado, para quem joga mais, nestes casos, é o mesmo que nada.

Então, o jogador iniciante pode perguntar:

"Por que ele não é humilde e joga comigo?"

A resposta pode vir com outra pergunta:

"Por que o jogador menos habilidoso não pode ser ele humilde e procurar fechar parceria com aqueles com nível parecido com o dele?" 

Havendo equilíbrio entre os jogadores, de simples ou de duplas, o jogo de tênis fica mais interessante para todos. Por esta razão há categorias.

A questão não é de humildade.
É de bom senso.

Esta deve ser a lei do mais fraco e também do mais forte no tênis inclusivo.

Por isto que, de modo geral, todos jogam, independente do nível, contra todos na quadra pública.

Mas você já sabe, tennis lover, se alguém estiver escolhendo jogos ou não demonstrando empenho em partidas desinteressantes, é direito dele tanto quanto é o seu dever respeitá-lo.

Afinal, ele não quer o lugar que é seu.

Ele quer o lugar que é dele.

C´mon!

imagem: minispyquipment, tennis.com.au

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Son of the beach

Vamos falar do Bellucci.

zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz

Nada mais a dizer sobre isto.

Agora, conversemos sobre o que importa e, quem sabe, voltemos a mencionar o brasileiro.

Já pensou em se tornar um son of the beach, tennis lover?!
Isto mesmo, um filho das areias praianas, tenista da beira-mar ou o mais parecido com isto que uma quadra possa ser.




A modalidade vem crescendo e se tornando alternativa de diversão, atividade física e competição para muitas pessoas interessadas em iniciar um esporte ou migrar de modalidade. Aqui em Porto Alegre há um grupo bastante dedicado ao beach tennis, aberto a novos praticantes.






Para dar umas raquetadas e afundar o pé na areia, basta chegar no espaço esportivo conhecido como a quadra do Jader Oliveira, na rua Gaspar Martins nº 203. Até com chuva se joga, já que a quadra é coberta. Os jogadores se reúnem nas terças e quintas, das 18h30 até às 22h.

Para entrar na dança é só pagar R$ 15,00.

Mas se você não pode ir neste horário ou é muquirana mesmo, pode jogar de graça.

As sábados, a partir das 15h, uma arena é montada no Parque Marinha do Brasil e qualquer um pode chegar e jogar. Até raquetes ficam à disposição do público.


Que colher, hein, tennis lover...




Quem sabe o Bellucci não dá uma passada por lá, muda de modalidade e começa a vencer?!

 C´mon!


fotos: Aurélio Cadore, Jader Oliveira, tenis-ef, ricardodemelo

sábado, 9 de março de 2013

Na bucha

E aí, tennis lover?

Quer uma raquete usada, bem, muito bem cuidada, sem gastar nada?!

O Tênis de Rua troca um par de BLX Team, 95, 18x20, essa da foto, por um par de Babolat Aero Drive Pro.

Na bucha.

Elas por elas.

C´mon!




foto: Tênis de Rua

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Elegante necessidade

Todos dependentes das boletas.

Destas boletinhas amarelas que espancamos com ardor.


Ficar de frente para a quadra sem jogar, tennis lover, é sofrer de abstinência com o prazer ao alcance.
Mas não há obstáculos para quem quer mesmo matar o vício.



Hoje à tarde os portões de acesso às quadras do Parque Montaury, em Porto Alegre, estavam fechados, cadeados. É porque ainda pela manhã o piso estava encharcado da chuva de ontem.



A quadra central, a dois, permanecia alagada. Mas a um e a três já haviam secado.



Era só entrar e desfrutar.
Porém, havia um alambrado no meio do caminho.
No meio do caminho, havia um alambrado, Seu Carlos.



Mas o que é uma cerca de 4 metros de altura para quem quer jogar tênis?!

Nada!!

Pulamos a danada!!



Olha o Cássio, tipo homem-aranha...












E o Cláudio fazendo arremesso de raqueteira.

















Depois, refrescando a barriga tipo jaguatirica...


Que que é??!!


Isso era a saída, já de noitinha.

Vazando logo para não ser confundido com um chinelão qualquer.

Afinal, invadir parque para jogar tênis não é chinelagem, é uma... elegante necessidade.

C´mon!


fotos: tenisderua, entrereaisutopias, olhares.sapo.pt, mercadolivre




sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Olho na bola! Olho na bola!

Tennis looooveeer, que isso?!

Em quadra, Federer e Murray. 

Os dois decidiam quem passaria à final do Australian Open. 

Na arquibancada da Rod Laver, pertinho do box do suíço, uma torcedora beeeeem animada. 

Vestida de modo provocante, digamos assim. 

Na área reservada ao staff de Federer, Mirka, a esposa dele, acompanhava o marido trabalhando. 

Olho na bola!
Olho na bola!

Olho na bola...

O número 2 do mundo perdeu o jogo. 

Perdeu a cabeça? 

C´mon! 

montagem: tenisderua
fotos: larepubblica

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

A maior notícia

A maior notícia do momento para o tênis brasileiro vem da Espanha.

Pode?

É, tennis lover...

Pode. Rafael Nadal vai jogar o Brasil Open. O espanhol buscará o segundo título na competição. O primeiro ele venceu em 2005 na Costa do Sauípe, naquele ano em que ele apareceu como o furacão do saibro.


Nadal vem ao país não porque gosta de nós, porque acha o torneio muito bonito e organizado, porque tem prazer em jogar diante de um público tão caloroso como todos gostam de dizer.




Ele vem procurar por ritmo de jogo em um torneio menor, já que volta da longa recuperação nos joelhos.

fonte: IG
foto: maquinadoesporte

E o queco, meo fiii?

Bellucci perdeu na estréia no Aberto da Austrália.

E o queco, meo fiii??!!

E nós com isso?

Longe de alcançar resultados positivos em momentos decisivos e de vitórias prováveis, o brasileiro é um exemplo pouco positivo para o tênis nacional. Claro que ele tem valor, é o 33° melhor do mundo. No entanto, perder jogos onde possui favoritismo desestimula a torcida e os potenciais admiradores infantis que esperam pelo êxito do atleta brasileiro. Tomar 3 sets a 0 de Blaz Kavcic, 93°, fazendo apenas 7 games contra 18 é frustrante.

Todas as desculpas são poucas diante do fato.

Ninguém mais se importa com o Bellucci.
Mudar isso, só cabe a ele.

C´mon!

fonte: Correio do Povo
foto: AHE

sábado, 12 de janeiro de 2013

Chegou mais uma

E aí, tennis lover?

O pessoal se mandou para a praia, não tem ninguém para jogar?
O bagulho tá meio chato?

Seguinte, você pode se divertir em casa, quase sozinho.


Faz assim, compra uma mata-moscas, tipo este ao lado.
Depois abre as janelas e espera algumas moscas entrarem.

É verão, sabe como é. Sempre tem uma mosca dando sopa e procurando uma sala, uma cozinha ou um quarto para atazanar com seu voo insolente.

Quando a mosca estiver na área começa o treino.

O negócio é acertar a disgraziata no ar.

Super bom!

De backhand então... dá até o barulho.

Ó, chegou mais uma.

C´mon!

foto: Tênis de Rua

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Se p3id@nd0 todo

O saibro virou pedreira, tennis lover.

Olha como ficou parte da quadra da La Hire Guerra, em Porto Alegre, depois do temporais da última semana na capital. Choveu, em cerca de 2 horas, a metade da média para janeiro na cidade.

Muita água, grande estrago.


E o piso tinha recebido pó novo apenas 3 dias antes da chuvarada.
Parte foi carregada, parte ficou compactada.








Para jogar, tivemos que ralar.









Olha o Japa aí puxando os 300 kg do rolo para quebrar as pedras.

Com el cigarrillo en la boca para dar fôlego, é claro.

Acha é que moleza?!

Puxei essa naba por 10 minutos e tô cansado até agora!


Tá certo.

Se você nunca passou um rolo na quadra de saibro, confere o vídeo do "Véio" Ribas.

Olha ele se p3id@nd0 todo e veja se tenista de rua sofre ou não.



C´mon!



fotos e vídeo: Tênis de Rua